No caso de Vendas Novas, não sei qual foi a decisão. Alguém pode fazer o favor de esclarecer?
5.12.07
Câmara de Odemira baixa IMI, Derrama e IRS para fixar população e atrair investimentos. Outros municípios já decidiram seguir o mesmo exemplo, como sejam os casos de Alcoutim, Olhão e Loulé.
A redução no IRS para os residentes em cada concelho está prevista na nova Lei das Finanças Locais. Até ao fim do ano, cada município pode decidir se prescinde ou não da participação variável do IRS, que pode ir até aos 5%. Sendo assim, os munícipes podem ou não, consoante o seu concelho de residência, pagar mais ou menos IRS já a partir de 2008.
No caso de Vendas Novas, não sei qual foi a decisão. Alguém pode fazer o favor de esclarecer?
No caso de Vendas Novas, não sei qual foi a decisão. Alguém pode fazer o favor de esclarecer?
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João Fialho
Governo quer cobrar 0,05€ por saco plástico nos hipermercados.
Penso ser uma boa medida. Mas não concordo se a mesma for aplicada apenas nas "grandes superfícies". Quanto ao montante a cobrar, tem que se chegar ao um valor-de-equilíbrio; estes 5 cêntimos de que se fala parecem-me exagerados.
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Ok
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4.12.07
por
João Fialho
Vai muita falta de confiança para os lados da Luz. Digo isto porque todos, mas mesmo todos, os amigos e colegas benfiquistas com quem hoje falei foram unânimes em não acreditar num bom resultado da sua equipa no jogo desta noite.Pois eu acho que vão ter uma alegre surpresa. Vão ganhar na Ucrânia. Pronto.
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Benfica
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João Fialho
Gostei de ler este artigo, publicado na revista "Notícias Magazine" do passado domingo.
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Acidentes
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3.12.07
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João Fialho
Até ao dia 9 de Dezembro ainda pode aproveitar a Feira do Livro, a decorrer no Auditório Municipal de Vendas Novas.Eis uma boa oportunidade para adquirir as suas prendas de Natal.
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Livros
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por
João Fialho
A partir de Janeiro, o pessoal fumador vai ter menos espaços para exercer a sua actividade predilecta. De facto, com a nova "Lei do tabaco nos espaços públicos" o governo quer por toda a gente a respeitar os direitos dos não-fumadores.
Ora bem, como aqui no Atribulações Locais não gostamos de imposições e queremos mostrar solidariedade para com o pessoal fumegante, vai daí convocou-se uma reunião urgente do CAAL - Conselho de Administração do Atribulações Locais na qual se tomaram decisões, a bem da felicidade dos amigos leitores. Então a partir de hoje é assim:- Neste blogue os leitores podem fumar à vontade, mas pedimos moderação;
- Deve evitar-se lançar o fumo directamente para cima dos outros leitores do blogue;
- O acesso aos comentários só pode ser feito quando já não estiver a fumar;
- Vai ser criado um espaço próprio para o exercício da actividade fumatória (foto em baixo); e
- Aceitam-se sugestões e reclamações, que serão tratadas de imediato.
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Vícios
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2.12.07
por
João Fialho
Esta nova moda agora adoptada em Alvalade não me parece grande coisa. Falo, é claro, de não saber aproveitar os penalties. Apenas 60% de aproveitamento parece-me muito pouco.
Já o desenvolvimento do jogo do Sporting também não me anda a convencer. Jogaram melhor com o Manchester que hoje, com o União de Leiria. Cá para mim, isso deveu-se a "dificuldades".
Aliás, a mesma opinião tem o treinador do Sporting - Paulo Bento, para o qual este mau resultado se ficou a dever a "erros" e a "dificuldades". Pois, é capaz de ter razão. Digo eu ... sei lá.
Já o desenvolvimento do jogo do Sporting também não me anda a convencer. Jogaram melhor com o Manchester que hoje, com o União de Leiria. Cá para mim, isso deveu-se a "dificuldades". Aliás, a mesma opinião tem o treinador do Sporting - Paulo Bento, para o qual este mau resultado se ficou a dever a "erros" e a "dificuldades". Pois, é capaz de ter razão. Digo eu ... sei lá.
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Sporting
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MFQ
Este texto foi-me enviado por e-mail. Nesta fase em que se discutem opções sobre investimentos faraónicos, vale a pena reflectirmos um pouco sobre outras formas de dirigir os destinos de um país.
Há uns meses optei por ir de Copenhaga a Estocolmo de comboio. Comprado o bilhete, dei comigo num comboio que só se diferenciava dos nossos Alfa por ser menos luxuoso e dotado de menos serviços de apoio aos passageiros.
A viagem, através de florestas geladas e planícies brancas a perder de vista, demorou cerca de cinco horas.
Não fora ser crítico do projecto TGV e conhecer a realidade económica e social desses países, daria comigo a pensar que os nórdicos, emblemas únicos dos superavites orçamentais, seriam mesmo uns tontos. Se não os conhecesse bem perguntaria onde gastam eles os abundantes recursos resultantes da substantiva criação de riqueza.
A resposta está na excelência das suas escolas, na qualidade do seu Ensino Superior, nos seus museus e escolas de arte, nas creches e jardins-de-infância em cada esquina, nas políticas pró-activas de apoio à terceira idade. Percebe-se bem porque não construíram estádios de futebol desnecessários, porque não constroem aeroportos em cima de pântanos, nem optam por ter comboios supersónicos que só agradam a meia dúzia de multinacionais.
O TGV é um transporte adaptado a países de dimensão continental, extensos, onde o comboio rápido é, numa perspectiva de tempo de viagem/custo por passageiro, competitivo com o transporte aéreo.
É por isso, para além da já referida pressão de certos grupos que fornecem essas tecnologias, que existe TGV em França ou Espanha (com pequenas extensões a países vizinhos). É por razões de sensatez que não o encontramos na Noruega, na Suécia, na Holanda e em muitos outros países ricos. Tirar 20 ou 30 minutos ao Lisboa-Porto à custa de um investimento de cerca de 7,5 mil milhões de euros não trará qualquer benefício à economia do País.
Para além de que, dado hoje ser um projecto praticamente não financiado pela União Europeia, ser um presente envenenado para várias gerações de portugueses que, com mais ou menos engenharia financeira, o vão ter de pagar.
Com 7,5 mil milhões de euros podem construir-se mil escolas Básicas e Secundárias de primeiríssimo mundo que substituam as mais de cinco mil obsoletas e subdimensionadas existentes (a 2,5 milhões de euros cada uma), mais mil creches inexistentes (a um milhão de euros cada uma), mais mil centros de dia para os nossos idosos (a um milhão de euros cada um).
Ainda sobrariam cerca de 3,5 mil milhões de euros para aplicar em muitas outras carências, como a urgente reabilitação de toda a degradada rede viária secundária.
CABE ao Governo REFLECTIR.
CABE à Oposição CONTRAPOR.
CABE AOS CIDADÃOS MANIFESTAREM-SE!!!
Enviado por email. Autor desconhecido.
Há uns meses optei por ir de Copenhaga a Estocolmo de comboio. Comprado o bilhete, dei comigo num comboio que só se diferenciava dos nossos Alfa por ser menos luxuoso e dotado de menos serviços de apoio aos passageiros.
A viagem, através de florestas geladas e planícies brancas a perder de vista, demorou cerca de cinco horas.
Não fora ser crítico do projecto TGV e conhecer a realidade económica e social desses países, daria comigo a pensar que os nórdicos, emblemas únicos dos superavites orçamentais, seriam mesmo uns tontos. Se não os conhecesse bem perguntaria onde gastam eles os abundantes recursos resultantes da substantiva criação de riqueza.
A resposta está na excelência das suas escolas, na qualidade do seu Ensino Superior, nos seus museus e escolas de arte, nas creches e jardins-de-infância em cada esquina, nas políticas pró-activas de apoio à terceira idade. Percebe-se bem porque não construíram estádios de futebol desnecessários, porque não constroem aeroportos em cima de pântanos, nem optam por ter comboios supersónicos que só agradam a meia dúzia de multinacionais.
O TGV é um transporte adaptado a países de dimensão continental, extensos, onde o comboio rápido é, numa perspectiva de tempo de viagem/custo por passageiro, competitivo com o transporte aéreo.
É por isso, para além da já referida pressão de certos grupos que fornecem essas tecnologias, que existe TGV em França ou Espanha (com pequenas extensões a países vizinhos). É por razões de sensatez que não o encontramos na Noruega, na Suécia, na Holanda e em muitos outros países ricos. Tirar 20 ou 30 minutos ao Lisboa-Porto à custa de um investimento de cerca de 7,5 mil milhões de euros não trará qualquer benefício à economia do País.
Para além de que, dado hoje ser um projecto praticamente não financiado pela União Europeia, ser um presente envenenado para várias gerações de portugueses que, com mais ou menos engenharia financeira, o vão ter de pagar.
Com 7,5 mil milhões de euros podem construir-se mil escolas Básicas e Secundárias de primeiríssimo mundo que substituam as mais de cinco mil obsoletas e subdimensionadas existentes (a 2,5 milhões de euros cada uma), mais mil creches inexistentes (a um milhão de euros cada uma), mais mil centros de dia para os nossos idosos (a um milhão de euros cada um).
Ainda sobrariam cerca de 3,5 mil milhões de euros para aplicar em muitas outras carências, como a urgente reabilitação de toda a degradada rede viária secundária.
CABE ao Governo REFLECTIR.
CABE à Oposição CONTRAPOR.
CABE AOS CIDADÃOS MANIFESTAREM-SE!!!
Enviado por email. Autor desconhecido.
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TGV
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MFQ
Perante o seu público que voltou e encher o estádio o Benfica hipotecou hoje a hipótese que lhe restava de espicaçar esta liga. Todas as expectativas iniciais eram legítimas. O Benfica vinha de uma boa actuação frente ao actual campeão europeu e o plantel não tinha lesões nem castigos.
Como já vem sendo habitual vimos o Porto entrar melhor no jogo: mais rápido, mais lúcido, mais ambicioso. Quaresma, num lance de génio que já nada tem de inédito, voltou a resolver.
O Benfica voltou a claudicar em jogos decisivos: deixou-se controlar pelo adversário, foi lento nas transições defesa-ataque, raramente conseguiu desposicionar a bem organizada defesa Portista e foi inofensivo nas poucas ocasiões que dispôs para rematar à baliza.
Acima de tudo o Benfica pareceu-me sempre muito descrente das suas possibilidades. Já aqui o disse, o Camacho desta época é um técnico acomodado. Desde cedo deixou claro que a sua ambição passa (também) pelo 2.º lugar na liga. Ele lá saberá das suas limitações.
Voltando ao Porto, é claramente a melhor equipa deste campeonato. Tem os melhores jogadores e principalmente tem um técnico que não inventa e consegue tirar partido do que de melhor tem à sua disposição. Ao contrário, o seu adversário de hoje poderia render bem mais com outro técnico e nem seria preciso muita imaginação para encontrar uma alternativa mais válida.
MFQ
Como já vem sendo habitual vimos o Porto entrar melhor no jogo: mais rápido, mais lúcido, mais ambicioso. Quaresma, num lance de génio que já nada tem de inédito, voltou a resolver.
O Benfica voltou a claudicar em jogos decisivos: deixou-se controlar pelo adversário, foi lento nas transições defesa-ataque, raramente conseguiu desposicionar a bem organizada defesa Portista e foi inofensivo nas poucas ocasiões que dispôs para rematar à baliza.
Acima de tudo o Benfica pareceu-me sempre muito descrente das suas possibilidades. Já aqui o disse, o Camacho desta época é um técnico acomodado. Desde cedo deixou claro que a sua ambição passa (também) pelo 2.º lugar na liga. Ele lá saberá das suas limitações.
Voltando ao Porto, é claramente a melhor equipa deste campeonato. Tem os melhores jogadores e principalmente tem um técnico que não inventa e consegue tirar partido do que de melhor tem à sua disposição. Ao contrário, o seu adversário de hoje poderia render bem mais com outro técnico e nem seria preciso muita imaginação para encontrar uma alternativa mais válida.
MFQ
1.12.07
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João Fialho
Assisti pela TV ao Benfica-Porto desta noite. Não sendo adepto de nenhum destes clubes, vi o jogo de forma despreocupada.
Este foi um jogo decidido como muitos outros: pela eficácia. O FCP precisou de muitos poucos remates. O Benfica rematou quase sempre mal (lembro-me apenas de 2 excepções) . Mas a maior diferença esteve a outro nível: o FCP ainda tem Quaresma, o SL Benfica já não tem Simão. Quanto ao resto, não vejo grandes diferenças entre as duas equipas.
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João Fialho
Comemora-se (?) hoje a Restauração da Independência de Portugal face ao dominio espanhol, que durou uns longos 60 anos. Em 1580 tinha falecido o D. Henrique, sem ter designado sucessor.
O Rei Filipe II de Espanha, que era neto do rei português D. Manuel I, invadiu Portugal e submeteu-o a 60 anos de domínio estrangeiro. Ao longo desse período negro da nossa História, Portugal foi governado, sucessivamente, por Filipe I, Filipe II e Filipe III de Espanha.
A nossa capital passou a ser Madrid e Portugal foi governado como se fosse uma simples província espanhola. Aos poucos foi-se instalando o descontentamento entre as populações, que aspiravam pela libertação face ao domínio filipino.
Isso aconteceu no dia 1 de Dezembro de 1640 quando, segundo reza a História, um grupo de fidalgos se dirigiu ao Paço da Ribeira, onde estavam a Duquesa de Mântua - regente de Portugal e o seu Secretário - Miguel de Vasconcelos. A Duquesa foi presa e o Secretário morto. Portugal recuperou a sua independência e foi aclamado Rei D. João IV - Duque de Bragança (nascido em Vila Viçosa) com o significativo cognome de "O Restaurador".
O Rei Filipe II de Espanha, que era neto do rei português D. Manuel I, invadiu Portugal e submeteu-o a 60 anos de domínio estrangeiro. Ao longo desse período negro da nossa História, Portugal foi governado, sucessivamente, por Filipe I, Filipe II e Filipe III de Espanha.A nossa capital passou a ser Madrid e Portugal foi governado como se fosse uma simples província espanhola. Aos poucos foi-se instalando o descontentamento entre as populações, que aspiravam pela libertação face ao domínio filipino.
Isso aconteceu no dia 1 de Dezembro de 1640 quando, segundo reza a História, um grupo de fidalgos se dirigiu ao Paço da Ribeira, onde estavam a Duquesa de Mântua - regente de Portugal e o seu Secretário - Miguel de Vasconcelos. A Duquesa foi presa e o Secretário morto. Portugal recuperou a sua independência e foi aclamado Rei D. João IV - Duque de Bragança (nascido em Vila Viçosa) com o significativo cognome de "O Restaurador".
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MFQ
Parece haver entre nós cada vez mais lugar às doenças de periodicidade cíclica. As gripes, as rinites… e mais recentemente as perturbações gastrointestinais.A sintomatologia é conhecida: diarreia, acompanhada de mal-estar e cólicas abdominais. A conclusão é óbvia, estamos na presença de uma infecção do tipo gastrointestinal.
O desconforto resultante deste contratempo é ultrapassado com maior ou menor dificuldade no comum mortal como eu, ou vá lá, como nós, leitores deste blog, mas não chega a ser notícia. Não vem nos jornais, não aparece na TV… a menos que a infecção pela sua abrangência dê lugar a uma epidemia.
O problema agudiza-se quando algum dos intervenientes é uma figura mediática e as complicações surgem no exercício de funções públicas, em directo e ao vivo.
Aconteceu recentemente com Manuel Pablo, jogador de futebol do Desportivo da Corunha, uma situação caricata. Na última jornada, com o jogo a decorrer, saiu de campo apressado em direcção às cabinas onde o esperava tudo aquilo que mais desejava encontrar no momento: uma sanita.
Consta que a sua equipa ficou reduzida a 10 unidades durante dez longos minutos enquanto o pobre Manuel Pablo aliviava o intestino.
Este caso leva-me a equacionar idênticos cenários, com certos protagonistas da vida social e política. Já tenho até uma lista de potenciais candidatos que eu gostaria de ver envolvidos nestes apertos. É cá uma vingançazinha que eu gostaria de lhes preparar pela forma como se têm comportado.
MFQ
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João Fialho
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