Vejamos mais em pormenor alguns excertos dos mapas com os possíveis traçados do TGV junto da Afeiteira e de Vendas Novas.
[clique no mapa para ver maior]N
o mapa de cima, observamos que o traçado proposto para mais a norte da Afeiteira acompanha (mais à esquerda na imagem) a estrada de terra batida que vem desde Carvalhais e cruza a estrada V.Novas/Afeiteira mesmo no cruzamento da "Santinha", à entrada daquela localidade.
Ainda no mesmo mapa, podemos também observar que esse possível traçado corta a estrada Cabrela/Vendas Novas ali perto do início (placa indicadora) da cidade.
Por outro lado, no caso do traçado proposto mais a sul, este passa pela estrada da Afeiteira algumas dezenas de metros a sul da Escola Primária e ao Lar de Terceira Idade ali existentes. Ou seja, logo a seguir aquela "curva em cotovelo".
[clique no mapa para ver maior]Q
uanto a este segundo excerto do mesmo mapa, verifica-se que o traçado proposto mais a norte "sai de Vendas Novas" cruzando a EN4 entre a "Fábrica da Batista Russo" e o desvio para acesso à autoestrada, onde agora se situam alguns eucaliptos (à esquerda de quem sai de Vendas Novas). Depois disso, passa a norte da Marconi.
Já no que respeita ao possível traçado mais a sul, cruza sensivelmente a meio caminho aquela estrada entre a EN4 e as portagens da Brisa, passando depois a sul da Marconi.
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Aguardo com alguma expectativa a estreia do filme “Este país não é para velhos” dos irmãos Cohen que lidera as nomeações para os Óscares de Hollywood deste ano.
O título é extremamente apelativo. Tanto que não encontro uma explicação lógica para não ter sido até agora adoptado pelos nossos cineastas. Argumento não lhes iria faltar.
Atingir o patamar da velhice pode transformar-se num pesadelo e eu tenho curiosidade em saber até que ponto existe alguma analogia entre aquilo que conheço da realidade portuguesa e aquela que é retratada no filme.
Mas lá que este país não é para velhos, não tenho a menor dúvida.
MFQ
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A
cabei agora mesmo de ouvir uma coisa absolutamente espantosa. Mas que, na verdade, já não me causa admiração. Tratou-se de afirmações, ditas como se por milagre obedecessem a princípios de verdade universal. Então foi assim (a propósito do encerramento de "serviços de urgência"):
- "não encerrámos serviços onde não existiam alternativas."
- "nos sitios onde não temos alternativas, vamos primeiro criá-las."
Entrevista de Mário Crespo ao Ministro da Saúde, esta noite (ainda não há 2 minutos), no "Jornal das 9" da SIC Notícias.
Comentários? Para quê?
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Tantos sonhos...tantas ilusões!
Tantos devaneios que idealizei!
Os sonhos as ilusões jamais concretizei,
Os devaneios findaram em decepções
Tantos desgostos por frustrações
Com que ao longo da vida deparei
Só porque a verdade sempre usei
Confiando em todos os corações
Os sonhos, as ilusões, os devaneios,
Os desgostos, as frustrações meus anseios,
Se conjugaram p'ra me martirizar
E já no fim da vida caí desiludido
A alma a sangrar o coração partido
E chorei por nada mais me restar
João M. Grazina (Jodro)
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O meu telemóvel é daqueles que também serve para telefonar. Além de outras coisas que consegue fazer. Ora, eu acho que ele é capaz de andar triste.
Desde logo, por falta de alimento. Já em Dezembro os rapazes da UZO (não sei se podia fazer publicidade ...) me enviaram uma mensagem a dizer que se o carregasse no dia de Natal me davam um bonus de 10 por cento. Como só tinha um saldo aí duns 2 ou 3 euros, não mais, pensei logo em aceitar tamanha generosidade. Só que chegámos a esse dia e ... esqueci-me!
Mas eis que eles voltaram à carga na passagem de ano, quando o meu saldo já andava perigosamente próximo de zero. Agora é que é, pensei! mas não; voltei a não aproveitar. Desta vez não cheguei a esquecer-me porque, na verdade, nem sequer me lembrei.
Entrou-se em 2008 e o meu telemóvel, coitado, continuava na mesma. Quase abandonado. Sem alimento. Eu acho que a malta da UZO não me deve considerar um cliente por aí além. E mesmo assim, até são muito simpáticos, com as promoções que sugerem. Já para não falar dos "agradecimentos" que me enviaram quando, finalmente, há poucos dias lá carreguei o telemóvel com 15 euros. Que me devem dar aí para uns, sei lá... 2 ou 3 meses, ou menos, talvez, se tudo correr como é usual.
Nos próximos dias, se não se importarem, irei contar-vos a minha maneira de ver esta maravilha digital. Até lá.
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Castelo e Pousada de Estremoz
(15.Jan.2008)
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