23.1.08

TGV passa por Vendas Novas - 5



Vejamos mais em pormenor alguns excertos dos mapas com os possíveis traçados do TGV junto da Afeiteira e de Vendas Novas.


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N

o mapa de cima, observamos que o traçado proposto para mais a norte da Afeiteira acompanha (mais à esquerda na imagem) a estrada de terra batida que vem desde Carvalhais e cruza a estrada V.Novas/Afeiteira mesmo no cruzamento da "Santinha", à entrada daquela localidade.

Ainda no mesmo mapa, podemos também observar que esse possível traçado corta a estrada Cabrela/Vendas Novas ali perto do início (placa indicadora) da cidade.

Por outro lado, no caso do traçado proposto mais a sul, este passa pela estrada da Afeiteira algumas dezenas de metros a sul da Escola Primária e ao Lar de Terceira Idade ali existentes. Ou seja, logo a seguir aquela "curva em cotovelo".


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Q

uanto a este segundo excerto do mesmo mapa, verifica-se que o traçado proposto mais a norte "sai de Vendas Novas" cruzando a EN4 entre a "Fábrica da Batista Russo" e o desvio para acesso à autoestrada, onde agora se situam alguns eucaliptos (à esquerda de quem sai de Vendas Novas). Depois disso, passa a norte da Marconi.

Já no que respeita ao possível traçado mais a sul, cruza sensivelmente a meio caminho aquela estrada entre a EN4 e as portagens da Brisa, passando depois a sul da Marconi.

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TGV passa por Vendas Novas - 4



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H

á alguns pontos em comum a todos os traçados propostos nesta parte do sub-troço Moita-Montemor. Todas as soluções "passam" a sul de Pegões, a sul de Vendas Novas e a norte de Montemor-o-Novo. Por outro lado, tanto as Piçarras como a Marconi podem ficar a sul ou norte do TGV, conforme a solução que for escolhida.

Na Afeiteira, que a meu ver será bastante afectada "pelo TGV", há duas localizações possíveis para a construção da via. Uma, mais a norte, está prevista passar exactamente na "zona da Santinha", ou seja, ali mesmo onde começa a localidade. As 2 fotos abaixo referem-se a essa localização.




Uma outra localização prevista na Afeiteira, a que respeitam as últimas 2 fotos, será naquela zona imediatamente a sul da "Escola Primária e do Lar de Terceira Idade". Esta possível localização do traçado é extremamente penalizadora do ponto de vista de vários dos moradores e proprietários daquela zona. Alguns dos casos parecem-me ser absolutamente dramáticos, por se tratar de pessoas que ali investiram as suas poupanças de muitos anos e que, de um momento para o outro, sentem no ar perspectivas algo frustrantes.



Tanto quanto me apercebo (não tenho confirmação), é perto do local de onde foi tirada a primeira foto que poderá ser implantada, se for escolhida, a solução mais a sul. Essa mesma foto respeita à estrada que tem ao fundo (na imagem, à esquerda) a Escola Primária e o Lar de Terceira Idade. Os portões da outra foto situam-se num local que será, ao que me parece pela leitura dos mapas, muito próximo do escolhido para esse traçado mais a sul da Afeiteira.

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22.1.08

No Country for Old Men



Aguardo com alguma expectativa a estreia do filme “Este país não é para velhos” dos irmãos Cohen que lidera as nomeações para os Óscares de Hollywood deste ano.


O título é extremamente apelativo. Tanto que não encontro uma explicação lógica para não ter sido até agora adoptado pelos nossos cineastas. Argumento não lhes iria faltar.


Atingir o patamar da velhice pode transformar-se num pesadelo e eu tenho curiosidade em saber até que ponto existe alguma analogia entre aquilo que conheço da realidade portuguesa e aquela que é retratada no filme.


Mas lá que este país não é para velhos, não tenho a menor dúvida.


MFQ

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Ainda a propósito do SAP de Vendas Novas



A

cabei agora mesmo de ouvir uma coisa absolutamente espantosa. Mas que, na verdade, já não me causa admiração. Tratou-se de afirmações, ditas como se por milagre obedecessem a princípios de verdade universal. Então foi assim (a propósito do encerramento de "serviços de urgência"):


  • "não encerrámos serviços onde não existiam alternativas."
  • "nos sitios onde não temos alternativas, vamos primeiro criá-las."

Entrevista de Mário Crespo ao Ministro da Saúde, esta noite (ainda não há 2 minutos), no "Jornal das 9" da SIC Notícias.

Comentários? Para quê?

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TGV passa por Vendas Novas - 3



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São diversas as fontes de informação sobre esta questão do TGV. Desde logo, o site da Rede Ferroviária de Alta Velocidade - RAVE, SA, onde se podem encontrar elementos respeitantes à Avaliação de Impacte Ambiental do
Troço Moita/Montemor-o-Novo (Eixo Lisboa-Madrid, Lote 3A2): [link1] - [link2].

Depois, também existe alguma, embora escassa, informação nos sites das Câmaras Municipais abrangidas por este traçado. É este o caso de Vendas Novas.

Existem, além disso, outros locais onde se pode encontrar informação sobre esta matéria, como seja o site do Instituto do Ambiente.

Nesta fase, quer-me parecer que a melhor fonte de informação será mesmo o Resumo Não-Técnico do Estudo de Impacte Ambiental.

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21.1.08

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E chorei por nada mais me restar


Tantos sonhos...tantas ilusões!
Tantos devaneios que idealizei!
Os sonhos as ilusões jamais concretizei,
Os devaneios findaram em decepções

Tantos desgostos por frustrações
Com que ao longo da vida deparei
Só porque a verdade sempre usei
Confiando em todos os corações

Os sonhos, as ilusões, os devaneios,
Os desgostos, as frustrações meus anseios,
Se conjugaram p'ra me martirizar

E já no fim da vida caí desiludido
A alma a sangrar o coração partido
E chorei por nada mais me restar

João M. Grazina (Jodro)

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20.1.08

Orquestra Sinfónica do Algarve em Évora




Excerto da interpretação do barítono Luís Rodrigues de uma ária de "O Barbeiro de Sevilha", de Gioacchino Rossini. Tratou-se de mais um "Concerto Promenade" na Arena d'Évora, que teve lugar hoje à tarde.

O próximo Concerto Promenade em Évora, igualmente a cargo da Orquestra Sinfónica do Algarve sob a batuta do Maestro Nikolay Lalov, será lugar no dia 10 de Fevereiro e terá por título "A Sinfonia dos Brinquedos", de W.A. Mozart.

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Divulgação do TGV alentejano



O Barbeiro mais conhecido da blogosfera decidiu ajudar este compadre a perceber as atribulações locais do TGV alentejano. Vai daí, não se rogou de modas e aproveitou as confidências feitas à sua moçoila colaboradora. Fez bem, que estas preocupações devem trazer-se a público.


Aqui pelo Alentejo cabe-nos agradecer a gentileza e lembrar que este compadre não deixará de visitar tão ilustre estabelecimento sempre que for à capital. Que mais não seja, para informar das conclusões, se as houver, sobre o impacto que o TGV trará a Vendas Novas.

Aceite, caro Barbeiro, sinceras saudações alentejanas.

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Sítios no Alentejo



"Lama simpática"
Barragem da Vigia - Redondo

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19.1.08

TGV passa por Vendas Novas



Está actuamente em fase de Estudo Prévio e de Consulta Pública o Estudo de Impacte Ambiental referente à Ligação Ferroviária de Alta Velocidade entre Lisboa e Madrid, no troço Lisboa-Montemor.

Este traçado é apresentado com várias soluções - dez no total. Em todas elas, o TGV vai passar aqui bem perto de nós. Aliás, mais perto do que eu julgava antes de ter visto os mapas.

Esta situação virá a ter, naturalmente, impactos negativos e positivos, especialmente do ponto de vista ambiental, tanto na fase de construção como depois durante a exploração. É, aliás, também por isso que este estudo tem obrigatoriamente um período de consulta pública prévia ao início de construção, no sentido de permitir que as populações interessadas tenham conhecimento e se manifestem sobre as eventuais consequências do projeto.

A partir de hoje, iremos abrir aqui no "Atribulações Locais" um espaço de divulgação e discussão sobre esta matéria. Para tal, serão temporariamente permitidos comentários anónimos para que todos possam, se o entenderem, manifestar as suas opiniões sem necessidade de estarem registados em qualquer plataforma de blogues.

Serão também publicados os mapas actualmente disponíveis, bem como outros aspectos julgados pertinentes. Desde já agradecemos aos amigos leitores que decidirem colaborar nesta discussão. Se o entenderem, poderão também enviar textos para publicação que se refiram a estas matérias, através do nosso email: atribulacoeslocais@gmail.com

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18.1.08

Rolling Stones: "Shine a Light "



[clique na foto acima]


No passado verão, gostei imenso de assistir ao excelente concerto que os Rolling Stones deram em Alvalade, integrado na sua digressão mundial "A Bigger Bang".

Esta banda rock, formada em Londres em 1962, é sem dúvida uma das que maior influência tem exercido no panorama musical das últimas décadas.

No próximo mês de Abril, estará disponível nos cinemas um filme documentário sobre os Rolling Stones. O filme em causa - "Shine a Light", foi filmado em 2006 no Beacon Theater de Nova York e contou com a participação de artistas convidados.


Via [Praça da República]

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É pá, fixe! Já se pode fumar nas discotecas!



O nosso país é uma maravilha. E as nossas leis são óptimas. Porque nós conseguimos sempre justificação para exigir (e conseguir) mais uma excepçãozita. A coisa tem a ver com um conceito muito nosso: a interpretação.

Ou as leis dizem: "pão, pão! queijo, queijo!" e aí percebemos logo do que se trata, ou então é uma espécie de faz-de-conta que não leva a lado nenhum. Nesse caso, serve apenas para "mudar alguma coisa para que tudo fique na mesma".

Como por cá as leis gostam de deixar em aberto diversas possibilidades de "interpretação", é o que dá: já se pode fumar nas discotecas. Seguir-se-ão as Escolas, Institutos, Universidades, Centros Comerciais, Aeroportos, Estações Ferroviárias, Lares, Salas de Espectáculos e todos os outros que se considerem com direito a exigir tratamento igual. Que vão ser muitos, pois claro.

Quando tal acontecer, será que a Lei do Tabaco ainda se justificará?

Uma maravilha!

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Sítios no Alentejo



Coreto em Borba

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A lei terá carácter facultativo?



"Factura" do meu (e outro) almoço,
ontem num restaurante em Borba.

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17.1.08

Coitado do meu telemóvel



O meu telemóvel é daqueles que também serve para telefonar. Além de outras coisas que consegue fazer. Ora, eu acho que ele é capaz de andar triste.

Desde logo, por falta de alimento. Já em Dezembro os rapazes da UZO (não sei se podia fazer publicidade ...) me enviaram uma mensagem a dizer que se o carregasse no dia de Natal me davam um bonus de 10 por cento. Como só tinha um saldo aí duns 2 ou 3 euros, não mais, pensei logo em aceitar tamanha generosidade. Só que chegámos a esse dia e ... esqueci-me!


Mas eis que eles voltaram à carga na passagem de ano, quando o meu saldo já andava perigosamente próximo de zero. Agora é que é, pensei! mas não; voltei a não aproveitar. Desta vez não cheguei a esquecer-me porque, na verdade, nem sequer me lembrei.

Entrou-se em 2008 e o meu telemóvel, coitado, continuava na mesma. Quase abandonado. Sem alimento. Eu acho que a malta da UZO não me deve considerar um cliente por aí além. E mesmo assim, até são muito simpáticos, com as promoções que sugerem. Já para não falar dos "agradecimentos" que me enviaram quando, finalmente, há poucos dias lá carreguei o telemóvel com 15 euros. Que me devem dar aí para uns, sei lá... 2 ou 3 meses, ou menos, talvez, se tudo correr como é usual.

Nos próximos dias, se não se importarem, irei contar-vos a minha maneira de ver esta maravilha digital. Até lá.

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16.1.08

Sítios no Alentejo



Castelo e Pousada de Estremoz
(15.Jan.2008)

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Padres devem usar luvas (?)



Pronto, tá o caldo entornado. Quer-se dizer: há mais de 2 mil anos que os padres dão as hóstias aos fiéis e só agora é que repararam que deveriam usar luvas? Tchi!

"... Mais grave do que usar cálices em condições de higiene duvidosas e sem que as sacristias tenham o mínimo de condições de assegurar que a sua higienização seja feita respeitando as regras de Bruxelas, é a forma como as hóstias são distribuídas pelos crentes. Os padres entregam-nas sem ter o cuidado de usar luvas (sabe Deus onde andaram, com as mãos...), quando deveriam usar luvas de látex e as hóstias deveriam estar embrulhadas individualmente em papel, onde deveria estar impressa a sua composição, local e data de fabrico, data de validade e a indicação de que foram utilizados cereais transgénicos. ... "

in "O Jumento"

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15.1.08

A vergonha mora no quintal da Europa



Há coisas que preferimos ignorar. Fazer de conta que não existem. Damos por nós a pensar que é lá longe. Que não é nada connosco.

Às vezes fazemos bem. É uma forma de nos defendermos das maldades e fealdades deste mundo. Reconheço que faço isso muitas vezes. Talvez demasiadas, não sei. Penso que todos o fazemos. Preferimos focar-nos naquilo que é positivo. No que é para nós mais importante. Nas coisas do nosso quotidiano. Aquelas que estão aqui mais perto. Preocupamo-nos mais com as coisas e pessoas de que(m) mais gostamos. E com aquilo que podemos influenciar positivamente, ainda que de forma indirecta ou por vezes ténue.

É por isso que talvez não devesse falar-vos deste post, publicado no blogue "Sem Muros", de Miguel Portas. Trata um assunto que já não devia acontecer. Retrata uma sociedade longínqua, digo eu. Mas que talvez um dia, se nos descuidamos, ainda vem pedir-nos explicações.

Para quem pretenda saber mais sobre estas questões, tente ler o livro "Entrevistas no Centro do Mundo", de Henrique Cymerman, com prefácio de Jorge Sampaio. É um livro imperdível para perceber o que por ali se passa. Digo eu, que já o li com atenção.

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Herculano António - barbeiro de profissão



"Sabe? Já sou barbeiro há 56 anos!
Fez agora mesmo no dia 2 de Janeiro!"


O senhor Herculano António tem orgulho em ser barbeiro. Nota-se pela forma como desenvolve a conversa e explica como começou nesta arte: "Eu ainda hoje sou pequeno de estatura, mas quando comecei aos 12 ou 13 anos nem chegava à cabeça dos clientes. Então o meu pai punha-me em cima dumas caixas de madeira, daquelas que levavam as barras do sabão azul, que era para eu conseguir cortar os cabelos".

Foi na Barbearia do seu pai - Josué António, barbeiro nas Silveiras, que começou a aprender este ofício. Depois ainda experimentou trabalhar numa barbearia que existia na Rua Direita, em Montemor-o-Novo, muito perto da Igreja Matriz. Mas, diz ele, "só lá estive uns poucos meses e voltei para as Silveiras". Dali, acabou por vir morar para Vendas Novas, onde abriu a sua própria barbearia. Foi no já longínquo ano de 1960 - "fez agora 48 anos".

"Quando comecei, cortar a barba e o cabelo custava 4$00, que era 2$50 do cabelo e 1$50 da barba". Diz-me também o Sr. Herculano, hoje com 68 anos de idade, que "antigamente esta profissão só o que tinha de bom era que não se apanhava sol nem chuva. Mas ganhava-se muito pouco, só depois do 25 de Abril é que os preços começaram a aumentar um pouco mais."

Como que para confirmar isso mesmo, mostrou-me um precioso e antigo Livro de Apontamentos - uma verdadeira relíquia, onde tinha por hábito resumir os preços praticados e os ganhos obtidos diariamente. Isto, desde os idos anos da década de 60 e no qual não faltam, digamos assim, os nomes de quem tinha maior dificuldade em lembrar-se do pagamento do serviço prestado.

Eis alguns dos preços que foi anotando, para o Corte de Cabelo: 4$00 (no ano de 1960), 25$00 (em 1973), 30$00 (1975), 180$00 (1985), 700$00 (1995) e 5,00€ (cerca de 1.000$00) em 2005.

O Sr. Herculano é de opinião que esta profissão de Barbeiro, tal como ele ainda a pratica, não tem grande futuro. "Hoje em dia é mais as Cabeleireiras e os Cabeleireiros, as coisas estão diferentes". No entanto, adiantou, sempre teve muitos clientes fixos, tal como ainda hoje acontece.

Da sua barbearia situada numa zona muito movimentada de Vendas Novas, na confluência da Rua Alexandre Braga com a Avenida Marechal Craveiro Lopes, o Sr. Herculano - barbeiro de profissão, tem assistido à evolução dos tempos, ao crescimento da população e ao desenvolvimento da terra que abraçou como sua.


A forma como acolheu a minha proposta para "falarmos um bocado e tirar umas fotografias" evidencia a sua grande simplicidade e simpatia. As mesmas que tem por hábito disponibilizar aos seus clientes, que não deixa de actualizar em relação às novidades do momento pois, na sua barbearia o "jornal do dia" é desde há muito uma presença obrigatória.

Muito obrigado ao amigo Herculano António - com barbearia em Vendas Novas desde há quase meio século. Obrigado também por ter amavelmente permitido a publicação destas fotos.

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