20.9.07

Homem! Estima a Natureza! (Tu és Natureza)



Homem! Não trates mal a Natureza
Não acabes na Terra com a vida
Co'a mais bela dádiva por ela oferecida
A água pura que de si brota com leveza

Homem! Não a conspurques com tua vileza
De só o lucro em tua mente denegrida
Não deixes a criança há pouco nascida
Na Terra sem solução, sem defesa

Modera-te, sê sensato!
Não aviltes o mais sublime acto
O amor por todos, Natureza a florir!

Despreza o lucro, vil peçonha!
Envereda p'lo amor sem vergonha
Deixa a criança vindoura a sorrir

João M. Grazina (Jodro)


Devaneando: Sei que estou a semear em vão, mas hei-de insistir até que a morte me leve, Deus sabe que estimo a Natureza, que me deslumbro a olhar no campo a luxuriante vegetação, a extasiante fauna, as ribeiras correndo em murmúrios embaladores, como que mães adormecendo os filhos queridos, não sou o único que assim procede, mas, infelizmente a grande maioria, por irresponsabilidade, pela ganância "o lucro", sempre o egoismo a prevalecer, actua da pior maneira, é minha convicção que o mal suplanta o bem e, assim, o planeta Terra está agonizando e pelo que observo, não tem solução.

"Jodro"



1 comentários:

uma_leitora disse...

As intenções são boas, Poeta; o que falta é o Homem comportar-se como verdadeiro ser da Natureza, em respeito pelo meio-ambiente e por todos os outros seres.