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10.12.07

Um cartune por semana


Ilya Katz - Israel

1º lugar na categoria Adulto no Concurso Internacional "Educação no Trânsito".

Veja mais em "Cartunes e bonecos" na barra lateral.


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20.11.07

Um cartune por semana




Este Cartune é dedicado ao nosso leitor e comentador Marco António

Em Portugal, país que é obra de soldados, em que até a conquista da liberdade e da democracia é obra de soldados, os veteranos sempre foram tratados “abaixo de cão”.

Lamenta-se o amigo Marco António da miséria de pensão que foi prometida aos ex-combatentes das guerras do Ultramar, e que não foi paga…dos adiamentos sucessivos do pagamento anual…E então os milhares de ex-combatentes que sofrem de doenças adquiridas em campanha, desde o “stresse pós traumático” ao “alcoolismo”, e o tiro que levou aos vinte anos e hoje não o deixa trabalhar, e as noites de cacimbo dormidas na mata, e as águas insalubres que bebeu, e a assistência médica que não tinha, e…..?

Meu caro, essa pensão nunca será paga, o problema resolver-se-á biologicamente com a extinção natural da espécie…repare que os mais novos dos ex-combatentes terão hoje mais de cinquenta e cinco anos, e os mais velhos já estão com os “pés para a cova”, e algum milhares emigraram ou já morreram, mais meia dúzia de anos e o problema está resolvido…

Não leve a mal o tom tão ligeiro como falo do assunto, também eu um dia saí da Rocha Conde de Óbidos para o Ultramar, também tenho muitos companheiros que hoje sofrem na carne e no espírito esses anos de guerra, também eu carrego “os meus fantasmas”.

Mas o que é que isso hoje interessa?

Quantos dos nossos governantes se deram ao trabalho de reflectirem cinco minutos no nosso passado recente?

Receba um abraço solidário.

Mourato Talhinhas

P.S: Este cartune é dum autor norte-americano, país que anualmente homenageia os seus veteranos, povo que tem orgulho nos seus soldados.



Nota do Administrador do blogue:

Este post foi "trazido para cima", em face da oportunidade e da pertinência, tanto do próprio texto como dos comentários já publicados. Agradeço a compreensão.
(inicialmente publicado ontem)

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19.11.07

À atenção dos responsáveis camarários



Por se tratar de um assunto pertinente e justificado, publico aqui na íntegra um
comentário deixado neste post pelo nosso leitor "Bordadagua".


---Início do comentário ---
Cá o Bordadagua vai pedir este ano ao Menino Jesus que de aos deficientes melhores acessibilidades em Vendas Novas.


Eu explico:

-rebaixamento do lancil dos passeios nas passadeiras - "zebras "-das nossas ruas;
-rebaixamento do lancil no passeio da Rua Salgueiro Maia de modo a ter acesso com uma cadeira de rodas, para o jardim lado Nascente- zona mais proxima do café " A Ilha ".

Fiz o teste com um familiar numa cadeira de rodas neste fim de semana e resolvemos ir ver o lago, mas tive que entrar pelo lado Poente do jardim-boas acessibilidades-.


E já agora se o Menino Jesus oferecesse um pouquito de alcatrão para se colocar no arruamento que dá acesso ao café " A Ilha "...dava jeito porque o piso existente não favorece as cadeiras de rodas nem os carrinhos de bébé.


É tempo de Natal e eu ainda acredito em milagres!....

Boas Festas do Bordadagua.

--- Fim do comentário ---

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5.11.07

Observando



“A vaidade”

Costuma-se dizer que “de vaidoso todos temos um pouco”, uns mais outros menos. Podemos mesmo dizer que um pouco de vaidade ajuda na auto-estima do ser humano, mas...


Ao longo da vida, a experiência de lidação que vamos tendo com os outros seres da natureza chamados de “humanos”, faz-nos ganhar a maturidade e “calo” que nos ensina que a vida não é a perfeição em “pessoa”, longe disso.

Apesar do “aperfeiçoamento” que podemos atribuir à forma como foi criada a “vida”, principalmente no nosso planeta, já que do resto do Universo, “desconfia-se de que!?!”, vão-se conhecendo com as vivências, aspectos das relações de humano para humano e até de humano para seres irracionais, que deixam muito a desejar, e não me demarco dessas atitudes porque também cometo alguns desses erros.

Os últimos sete anos da minha vida têm-se revelado particularmente desgastantes e sinto-me envelhecer, possivelmente com as responsabilidades e preocupações que um indivíduo vai adquirindo. O que é certo é que não estava habituado, e talvez pela educação que tive, me seja mais difícil encaixar certas atitudes e reacções que pelo que comecei a perceber, são corriqueiras no ser humano.

São raros os “indivíduos” com quem tenho lidado, que não me tenham de certa forma desiludido, não que sejam obrigados a partilhar dos mesmos valores de boa convivência que fazem parte do estereótipo de relação de pessoas que idealizei, mas que julgava que certos aspectos, ocupassem o valor que realmente deveriam merecer na sua vida, ou seja pouco importantes, se calhar sou eu que estou errado.

De todos os defeitos que o ser humano tem, o que me tem feito mais dificuldade em encarar neste período, é a excessiva “vaidade”. Principalmente quando se assumem posições de notoriedade em instituições, porque corre-se o risco de, quando desenfreadamente se envaidece, ser a própria instituição que perde com isso, isto porque se está exposto e aí, qualquer atitude que se tome, é a instituição que está a ser avaliada aos olhos da sociedade.

Nunca pensei que a necessidade “do nome”, e “da imagem” serem popularizadas, fosse para certas pessoas quase doentia, para quê se o destino está marcado para todos nós. Quando se assume uma posição neste mundo, há que dar tudo o que se pode de uma forma desinteressada, porque como costumo dizer, as instituições não têm autonomia de pensamento, são os “perfeitos” seres humanos que definem o rumo e os actos, quer seja para o bem ou para o mal, mas as ditas instituições ficam e as pessoas passam, e é isso que às vezes penso que é esquecido. Parece que quando o aspecto da notoriedade é tocado, há quem se transfigure e se “passe por cima de”, se for preciso, só para o objectivo ser alcançado. E no fundo para quê? Será que isso produz alguma realização especial? É algo que não compreendo.

Esta, foi uma “observação” um pouco diferente das que habitualmente trago. Entendam-na se quiserem como um desabafo. Penso que pode servir para reflexão. Até à próxima.

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16.10.07

17 de Outubro - Dia mundial contra a pobreza



Pobreza Zero

Amnistia Internacional

Médicos do Mundo

Oikos

Quercus

http://pobrezazero.org/



Colabora também na divulgação dos

8 Objectivos de Desenvolvimento do Milénio.



Cartune de Pierre Ballouhei

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4.10.07

Liberdade: um valor fundamental


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3.10.07

Um Post por Burma



Free Burma!

Tive conhecimento desta iniciativa através do
excelente blogue "A Barbearia do Senhor Luis".



Está neste momento a decorrer uma campanha denominada "Free Burma - International Bloggers' Day for Burma on the 4th of October".

Trata-se de um movimento internacional organizado por bloggers de todo o mundo, que pretende apoiar a campanha Free Burma/Birmânia/Myanmar. Pretende-se que em todos os blogues a nível mundial sejam publicados, no próximo dia 4 de Outubro (amanhã) textos de apoio a esta causa em que se apele à liberdade e ao respeito pelos direitos humanos.

O "Atribulações Locais" - versão 2 juntou-se a este movimento, registou-se com o número 2673 e vai participar na campanha com todo o gosto. Os leitores que pretendam contribuir para a campanha, podem enviar-nos textos de sua autoria sobre este tema, os quais teremos todo o gosto em publicar no próximo dia 4 (5ª feira).

[clique aqui para se registar ou para saber mais]

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2.10.07

Observando



Para hoje trago a minha observação de comportamentos, quando há ajuntamento de pessoas, para assistirem por exemplo a uma inauguração de algum equipamento público.
Nesse tipo de eventos costuma haver uma primeira linha, que são os convidados oficiais, e numa segunda linha, a população em geral. Todos com o inteiro direito de estarem presentes, não há dúvidas quanto a isso, mas 90% dos que lá vão, saberão qual o seu papel ali ? A mim parece-me que vão lá por passa palavra, para fazer número, porque, interesse pelo facto em si, me parece que pouco existe.



Mas pronto, partindo do princípio que a cultura do nosso povo está em alta, existe depois um problema complicado de gerir que às vezes se torna caótico, quem vê primeiro?
Ora aí está, depois dos respectivos discursos e de inauguração, seguem na frente os convidados oficiais, como é óbvio, e depois, quando a porta é estreita, é um empurraa, empurraaa, empurrraaaa, numa procura de chegar em primeiro porque, “quem chegar em primeiro, ganha o prémio” e o prémio é “sair”, sim porque depois de tudo visto, já não há motivo para ali estar, a não ser que haja “morfes” porque aí sim, vale a pena. O que é que viemos mesmo inaugurar? Bem, não interessa, um petisquinho e uma boa pinga, aí já nos anima, e pronto lá inauguramos mais um equipamento para nos servir.

Imaginemos que esse equipamento receberia diariamente essa enchente de visitantes, era realmente um sucesso, mas não, a partir daí torna-se quase como esquecido, “para os 90% que referi anteriormente”, porque os outros 10%, é natural que façam um uso correcto do novo equipamento que têm à disposição.

É difícil perceber essas reacções do ser humano, parece perderem o controle de si próprios, quando sentem ameaçada “a sua prioridade”, mas enfim, é o que se vê um pouco por todo o lado, não sei se nos outros países isso acontece, mas repitओ , é difícil perceber. Até à próxima.

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